Nada do que possa sobrar de uma refeição deve de acabar no lixo. Muitas vezes, basta guardar bem os alimentos e pensar na refeição seguinte. Uma porção de arroz pode acompanhar outro prato, o pão mais seco pode ser usado numa sopa e a fruta madura ainda pode ser aproveitada. E, se mesmo assim sobrar, o depósito num contentor de resíduos orgânicos deve ser um último fim (se bem que veremos que este não será um ‘fim’).
Reaproveitar alimentos não significa apenas voltar a servir a mesma refeição. Uma sobra pode ser integrada noutro prato, o pão seco pode ter uma nova utilização na cozinha e a fruta muito madura pode ser consumida de outra forma – como, por exemplo, num batido. O importante é avaliar o estado dos alimentos e aproveitar o que ainda está em boas condições, em vez de o descartar automaticamente.
Quando já não é possível consumir um alimento, o destino também conta. Os restos de comida e os resíduos da preparação das refeições não devem ser colocados no lixo indiferenciado, mas sim seguir para o contentor de resíduos orgânicos, respeitando as indicações do município.
Esta separação permite encaminhar os resíduos alimentares para valorização. Em vez de terminarem misturados com o restante lixo, podem ser utilizados em processos como a compostagem ou a produção de biogás, reduzindo a quantidade de resíduos enviada para aterro. Deste modo, garante que esses resíduos orgânicos continuam a circular e a serem aproveitados ao seu máximo.
Na Blueotter, defendemos que uma boa gestão dos resíduos começa antes de os alimentos chegarem ao contentor. Aproveitar o que ainda pode ser consumido e separar corretamente o que já não tem utilização permite reduzir o lixo indiferenciado e dar um destino adequado aos resíduos orgânicos.